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sábado, 13 de outubro de 2007

MONOGRAFIAS - TÉNICAS PARA APRESENTAÇÃO

Assistindo a monografias aprende-se não apenas o conteúdo material pertinente, mas também técnicas de apresentação. São úteis as primeiras porque enriquecem nosso repertório. As últimas, porque resolvem problemas que enfrentamos socialmente.

Assisti a apresentações em que o material, seja quanto ao conteúdo, seja quanto à forma, revelaram-se perfeitos, mas a exposição foi um fracasso.
Outras, não foram tão bem elaboradas. No entanto, a postura do avaliado revelou-se excelente. Era um advogado pronto, defendendo a sua tese. Poderia, é claro, reverter algum ponto, diante de um fato inequívoco. Mas o faria, acima de tudo, com classe e convicção.
Esse segundo candidato sempre soube sobressair-se em relação aos primeiros, sendo sua brilhante exposição digna de elogios.
Aqueles, porém, que souberam unir as qualidades dos dois candidatos - conteúdo material, formal e segurança na apresentação -, ainda que com pequenos deslizes, obtiveram a nota máxima.
Quais os segredos para uma boa apresentação? Esta postagem tem o propósito de pensá-los. Proponho-me discorrer acerca dos detalhes que fizeram aquelas apresentações tão dignas de nota, que permanecem na memória da assistência e dos professores.


DEMÓSTENES
Demóstenes viveu na Grécia antiga e desejava tornar-se orador. Porém, esbarrava em um empecilho: era gago.
Os oradores precisam falar bem, alto e forte, de forma clara. Além de gago, Demóstenes tinha também outros problemas de dicção.
Percebendo sua dificuldade, desenvolveu um treinamento que teria melhorado substancialmente seu tom de voz e dicção. Seguido o exercício por muitos anos, tornou-se, afinal, um orador famoso.
Seu treinamento consistia em falar com pedras na boca.
Com isso não se pretende que o candidato também utilize o mesmo artifício, mas supere as suas próprias barreiras, através de método, de dificuldades planejadas para a solução de problemas, que talvez não fossem perceptíveis antes.

DISTÂNCIA
Conhecemos atores que são, quando não representam, gagos. Mas quando assumem seu papel, não gaguejam. Isso se dá porque a representação, assim como o discurso, difere do falar corriqueiro.
No momento da apresentação a firmeza da voz é fundamental. Seria adequada a utilização de um ou dois tons acima do usual. Isso pode ser facilitado se o candidato mantiver-se a uma distância adequada, que o ajude a manter a inflexão.
Qual o fundamento para essa atitude? O discurso e a convicção.
No momento da apresentação, o apresentador não fala consigo, mas para uma banca. Discursa. E é preciso mostrar-se convicto do que diz. Quem acreditaria no orador que não demonstra convicção?

ONDE SENTAR
Se o candidato decidir apresentar a defesa sentado, há de escolher uma posição em que, com conforto, possa olhar nos olhos dos componentes da banca. Em outras palavras, de frente.
Uma posição lateral dificulta a postura e cansa ombros e pescoço, se mantida por muito tempo. É incômoda, especialmente se estivermos tensos. Se desviarmos a atenção para o corpo, nossa capacidade de raciocínio não alcançará o mesmo desenvolvimento que obteria se estivéssemos confortáveis.
Também sob este aspecto deve-se levar em conta que, normalmente, tomamos como sinceras e convictas as pessoas que nos olham diretamente.
Conhecemos os animais pelo olhar. Sabemos se eles têm medo ou se irão atacar. Com as pessoas, dá-se o mesmo. Se o interlocutor é esquivo e desvia o olhar, pensamos de antemão que não é sincero, que não sustentará a palavra. É o que geralmente ocorre.
O olhar diretamente nos olhos não é uma fórmula artificial, mas uma prática, uma forma de comportamento.

A VOZ QUE SOME
É comum candidatos iniciarem uma frase em que o tom de voz, de início firme e forte, escoa-se, some gradualmente, enquanto pronunciam as palavras. Essa atitude transmite insegurança e medo.
Houve uma candidata que, mantendo tal postura, foi ao final advertida de que, se interrogada pelo órgão do Ministério Público ou por um juiz, acabaria escondendo-se debaixo da mesa.
Portanto, manter a firmeza da entonação é substancial. Revela, senão apenas destemor, caráter.

O FAZ-DE-CONTA
Uma boa dica, que pode dominar o nervosismo, é o fazer-de-conta.
É simples: fazer de conta que a apresentação não terá uma nota final atribuída. Que é um desafio que pode ser imposto para si próprio, sem conseqüências maiores.
O exemplo vem dos treineiros de exames de vestibular. Quando esses estudantes ainda cursam o ensino médio, costumam alcançar médias superiores às obtidas após a conclusão do curso.
Vemos também a ocorrência deste fenômeno por ocasião das provas-treino ou trabalhos. Nessas ocasiões somos livres, e o resultado não trará uma frustração do tipo "tudo ou nada".
Assim ocorre também quando respondemos, em casa, os testes dos concursos. São mesmo fáceis, até que chegue o momento de fazê-los, oficialmente. O tempo restrito associado ao "é-pra-valer" dá-nos uma dimensão enorme do que vivemos.
Seria como olhar o copo com água pela metade e enxergá-lo vazio. Tudo o que sabemos se esvai. Surgem os brancos, os meios-brancos, as impropriedades. As palavras que não queríamos brotam e as que desejamos, desaparecem.

AFIRMAÇÕES X NEGAÇÕES
Quando começamos uma frase com uma negativa, induzimos nosso interlocutor a negar.
Sempre me critico quando inicio uma fala com "não, é que ...", porque é um vício negativo: "vício negativo de negação". Desculpando-me pela construção cacofônica, é exatamente isso o que ocorre.
O ideal seria iniciarmos o discurso com uma série de assertivas, almejando a empatia de nossos ouvintes.
Por oportuno, empatia significa "a capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas" (Priberam).
O efeito das afirmações positivas é exatamente o oposto: identificação.

A SALA DE VISITAS
Para cruzarmos uma cadela, trazemos o cão para o espaço dela e não, contrariamente, a levamos até ele. Isso se dá porque ela, para aceitá-lo, deve sentir-se à vontade, caso contrário, o negará.
Qual a relevância do espaço e dos cães? A resposta está na espontaneidade que o espaço conhecido oferece, instintivamente.
É da nossa natureza sentirmo-nos à vontade em nosso habitat.
Possível é, também, fazer uma analogia com crianças. A criança mais desinibida, quando colocada fora de seu espaço, sentir-se-á deslocada, e mostrar-se-á recatada, tímida. Elas precisam de tempo para "sentirem o ambiente", antes da exposição.
Ainda uma última correspondência: quando iniciamos um curso novo ou ingressamos em novo emprego, não sabemos com o que vamos lidar. Por conseguinte, agimos artificialmente, sem naturalidade. É necessário tempo para a adaptação, para sabermos como agir: "Em Roma, como os romanos".
Qual o propósito de tão longa introdução? Exibir exatamente o que já sabemos: fora do nosso ambiente estamos em posição de defesa. Nos embaraçamos, ficamos corados ou gaguejamos, nossas mãos suam. Aliás, nem sabemos para que existem as mãos. O corpo cresce, toma espaço e incomoda, quando mais queríamos nos esconder.
A poltrona do lugar novo será sempre desconfortável: muito dura ou mole demais. Nem ela se acomoda ao nosso corpo, nem nosso corpo a ela.
Em nossa sala de visitas sentimo-nos tão à vontade, que retrucamos e rebatemos. O outro é o inconveniente, porque o espaço é nosso. Sentamo-nos sem constrangimento, expressamo-nos melhor.
No entanto, não temos tempo, quando da apresentação, para "sentirmos o ambiente". O segredo, então, é novamente "fazermos-de-conta".
Se fizermos de conta, através de uma sutileza psicológica, que estamos adaptados ao espaço, podemos agir mais naturalmente.

O PÁSSARO PINTADO
O clássico de Jerzy Kosinski narra a história de um menino que sobrevive durante os anos da Segunda Guerra Mundial, nas aldeias e florestas da Polônia.
Também o autor foi separado dos pais nesse período, o que confere à obra caráter de memória e exorcismo.
Deixado na floresta, o mundo é visto pelos olhos desta criança, que tem a cor da pele, olhos e cabelos da cor errada, no lugar errado.
Determinado episódio conta como um rapaz divertia-se pintando as penas de um pássaro, para depois libertá-lo. Livre, o pássaro voava ao encontro de seus iguais. Ao percebê-lo diferente, o bando bicava-o até a morte. O título do livro é escolhido a partir desse acontecimento.
A lição que o incidente nos apresenta é exatamente a de que, instintivamente, repudiamos o "diferente". Nossos "iguais" agem em sintonia conosco. A vitória do "diferentes" desmascara nossas imperfeições.
O aluno que apresenta seu trabalho para a banca está a um passo de ser um profissional, atuando entre seus pares.
É necessário causar a impressão, aos avaliadores, de pertencer a esse seleto grupo. Sem arrogância, sem soberba, mas naturalmente. Porque é-se, apenas. É-se, sentindo-se ser. Sendo.

O COPO DE ÁGUA
Provavelmente, haverão copos de água para que os participantes saciem a sede ou aliviem a garganta. Essa não é a única ou a mais importante função do copo de água.
Por primeiro, o servir-se denota espontaneidade. O que encaixa perfeitamente nos exemplos tanto da "sala de visitas" como no do "pássaro pintado". Você serve-se do que tem direito, está à vontade. A impressão a ser transmitida é a de pertencer ao grupo.
Em segundo lugar, temos que, nesses momentos, não sabemos inicialmente o que fazer com as mãos. É melhor ocupá-las com naturalidade. Com vagar e calma.
Por último, na ocasião em que for perguntado algo e a palavra adequada esvair-se, ou exigir o momento alguma reflexão, será bastante adequado ter à mão o copo para ocupar-se: calmamente, retira-se a vedação e toma-se um gole (ou alguns) de água. Pode ser o bastante para que o raciocínio volte.
Ainda em tempo, poderíamos indagar: e se o apresentador engasgar? Nada mais simples. Aja com naturalidade e sorria. Rir de si mesmo, por ocasião de uma situação grotesca, soma, não subtrai.

APRESENTAÇÃO EM PÉ
Pode ser que o avaliado resolva fazer sua apresentação em pé, e não sentado. A postura correta pode causar uma impressão muito boa. Entretanto, sabemos que em determinadas situações nossas pernas e mãos não trabalham em conjunto com o resto do corpo. Parecem ter vida própria e nos traem, refletindo nosso nervosismo.
Seria aconselhável utilizar o recurso do copo de água, olhar firme e sinceramente para os apresentadores e iniciar com vagar, dando tempo ao corpo para que, mais relaxado, trabalhe em sintonia.
Aos poucos, conforme se sinta mais à vontade, pode-se utilizar as mãos, reforçando palavras e expressões. Também é possível arriscar alguns passos, com firmeza e elegância.
Na verdade os avaliadores não estão em nós. Eles vêem o que exibimos, a partir de nós. É isso o que irão avaliar.

AUXÍLIO DE MATERIAL VISUAL
Existem meios para auxíliar a exposição, de quadros e objetos a slides. É uma forma poderosa de desconcentrar a atenção dos avaliadores da pessoa que apresenta.
Se a intenção for demonstrar algo em uma lousa, ainda será no avaliado que serão fixados os olhares, apesar do apoio. Portanto, a demonstração deve ser rápida, simples e lógica. Será avaliada a capacidade de transmitir idéias, através de um raciocínio lépido e claro.
Se, por outro lado, preferir o aluno a exposição através de slides, deverá ter alguém que lhe sirva de auxiliar. Os olhares estarão centrados na tela, e não no apresentador, o que lhe garantirá maior desenvoltura.
Os comandos para a mudança de quadros funcionam subliminarmente para que o aceitem na direção; afinal, ele está "conduzindo" a exibição.
Como a obra foi elaborada pelo apresentador, ele "contará uma história", mesmo que disserte. Com naturalidade, dirá: "aqui, acontece/aconteceu isto; lá, ocorre/ocorreu aquilo".

VIVA AOS HOMENS
Os homens têm, socialmente, uma maior facilidade de expandirem-se, demonstrando desinibição, ainda que estejam tolhidos pela timidez.
Sentados, podem afastar os joelhos e deixar seus braços esparramarem-se, por exemplo, sobre o espaldar da cadeira próxima ou por sobre a mesa.
Essa facilidade de expansão, que é aplicada com bastante assiduidade em encontros sociais, é característica do sexo masculino, e encerra um desafio: é a demonstração da conquista do espaço.
Por outro lado, o oposto da conduta indica exatamente o contrário. O homem fechar-se, encurvando-se ou retraindo-se, denota reserva, que pode ser interpretada como técnica de defesa ou propósito de fuga.

VOCÊ É O DONO DO SHOW
A primeira parte da apresentação será comandada pelo aluno. Se for brilhante, pouco ou quase nada restará à banca perguntar.
Aliás, não quererão interromper a exposição, enquanto durar e, ao fim, sentir-se-ão gratos. Porque a beleza é gratificante, para todo ser humano.
Se você sabe do que está falando, e cumpre com entusiasmo o seu papel, não se preocupe: você é o dono do show. A banca é apenas a assistência.

SUBALTERNOS
Um último artifício que pode ser utilizado, para derrubar de vez a timidez e a sensação de desconforto, é imaginar que os componentes da banca são funcionários subalternos recém contratados, a quem o apresentador terá a paciência e a satisfação de ensinar algo por demais óbvio.
Isso apenas pode funcionar se ele tiver estudado e dominar o assunto.
As perguntas que porventura interromperem a narração serão recebidas com benevolência. Olhos nos olhos, esboçando um leve, mas sincero sorriso, responderá. Porque sabe do que está falando.

PERGUNTAS ÓBVIAS
Deve-se estar preparado para as perguntas óbvias. Indagações como "O que significa isto" e "O que você quis dizer com aquilo" são inevitáveis.
Qualquer coisa que esteja escrita ou seja dita - ou derivada delas - pode ser questionada.
A melhor forma de preparar-se é ler o próprio texto e perguntar-se. Se a explicação encontrada for satisfatória, também o será para a banca.

PRINCÍPIOS
Os princípios são elementos que ligam e direcionam todo o sistema. Existe uma chance muito grande de ser o apresentador indagado sobre algum princípio relacionado com o tema em exposição.
Nenhum componente da banca tem a intenção de prejudicar o expositor, mas avaliá-lo. Se durante cinco anos o aluno pensou o direito segundo princípios, deve saber responder, ao menos, os princípios relacionados com o tema escolhido.

E SE ...
É comum algum expositor formular um problema em tese, uma suposição. O aluno pode não ter abstraído o tema suficientemente para exercitar hipóteses.
Se for esse o caso, terá que fazê-lo improvisadamente. Se precisar de tempo para elaborar o raciocínio, pode recorrer ao copo de água.

VÍCIOS CORPORAIS
Os gestos devem auxiliar a compreensão da exposição, reforçando as palavras. Gestos inúteis, que não "dizem" alguma coisa, devem ser abolidos.
Por exemplo, para significar grande, todo, levantamos as duas mãos, a partir do corpo, em arco, expandindo-as. Para reforçar pequeno, marcamos uma distância entre o polegar e o indicador, paralelos, e olhamos para a mão. Os olhares acompanharão nosso olhar. Temos sinais para indicar alto, baixo, lá, aqui, eles, nós, eu, e assim por diante.
Esses gestuais de reforço podem ser utilizados de maneira suave ou forte. Suave e levemente demonstram educação. Mais bruscos, energia.
No entanto, os gestos que nada exprimem, usados repetidamente, interferem na oratória, dispersando negativamente a atenção da assistência, cansando-a.

EMOÇÃO
JAMAIS, em hipótese nenhuma, chore.
Chorar é inadmissível.
Estando o trabalho e a apresentação perfeitos, se chorar, perderá pontos.
Por quê?
"Porque a vida nos traz experiências desagradabilíssimas, e chorar não é condizente com a postura profissional", é o que declarou, acertadamente, nosso professor João Antunes dos Santos Neto, em 23/10/2007.
Pense:
Chorar denota a falta de controle sobre as próprias emoções, e não é saudável, seja no ambiente de trabalho ou acadêmico.
Chorar se o oponente conduz o interrogatório por um caminho não imaginado?
Por que as coisas não estão saindo a contento?
Por que seu cliente revela algo que não havia lhe contado, e que porá em jogo todo o processo?
Se você não pensou nisso, os professores da banca pensarão.
Perder o controle será sempre pior.

A abordar:
VÍCIOS DE LINGUAGEM
CONTEÚDO
ROUPAS E ACESSÓRIOS
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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