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quarta-feira, 13 de junho de 2012

RESUMIDAMENTE, COMO FAZER UMA MONOGRAFIA?

Uma monografia é a dissertação científica sobre um tema.
Tudo tem início com a escolha do tema. Para o trabalho monográfico, o ideal é que o tema seja fechado, ou seja, que o pesquisador especifique sobre o que dissertará, quanto ao tempo, espaço e o assunto a ser tratado. Isso é tema.
Não se deve dissertar sobre um assunto (aberto), mas sobre um tema (fechado).
Por quê?
Porque sempre pode a banca questionar qualquer questão relacionada ao título. Se ele for abrangente demais, o pesquisador não terá condições nem de responder às perguntas nem de elaborar uma pesquisa satisfatória.
Assim, o tema soará perfeito quando parecer com algo do tipo: "o efeito dos raios gama nas margaridas do campo da cidade de Boa Viagem sob a perspectiva da Lei nº 1234/00". Veja que foi definido um objeto (o efeito dos raios gama nas margaridas do campo), o espaço (Boa Viagem) e o tempo (após a Lei nº 1234/00).

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Ah, se eu pudesse! Você pode! A escolha é sempre sua.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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