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sábado, 27 de outubro de 2007

PERGUNTAS FREQÜENTES - DIFERENÇA ENTRE PRINCÍPIOS, NORMAS E REGRAS

A força normativa dos princípios constitucionais

Resumo: O presente opúsculo tem como finalidade tratar da força normativa dos princípios constitucionais, tema esse que, apesar das intermináveis discussões em torno do direito natural, é reconhecido neste trabalho que os princípios não necessitam estar expressos num determinado diploma jurídico para ter força vinculante, vez que eles podem ser encontrados "de forma latente" no ordenamento jurídico. O objetivo fim é apresentar conforme ensinamento doutrinário que os princípios, ao lado das regras, são normas jurídicas. E mais: os princípios, cuja ambiência natural é a Constituição, são normas jurídicas com um grau máximo de juridicidade, cuja normatividade é, por conseguinte, potencializada.

CONTEÚDO FORMAL

PÁGINAS EM BRANCO
Devem ser evitadas páginas em branco.
São aquelas em que o autor imprime algumas linhas no alto da página, deixando o resto vazio. (observação do professor Tailson)

DEDICATÓRIA
A dedicatória e os agradecimentos devem vir ANTES do sumário.

AMIGOS
Os amigos devem vir nos agradecimentos, assim como também os orientadores, os professores.

DEDICATÓRIA
Na dedicatória citamos apenas aqueles com quem temos laços de sangue.
JAMAIS se dedica uma tese ou monografia a namorado. Dedica-se a marido. (observação do professor Tailson)

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Ah, se eu pudesse! Você pode! A escolha é sempre sua.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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