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quarta-feira, 31 de julho de 2013

MONOGRAFIA: QUAL O SEGUNDO PASSO?

Parece fácil, para quem se dedicou um ano e meio ao estudo, na graduação, e ainda depois do trabalho apresentado na pós-graduação.
No entanto, lembro-me das agruras por que passei, quando iniciei o trabalho.

Definido o tema, redija o índice: ele servirá de guia para o estudo.

Poderá efetuar pesquisa de campo, bibliográfica. 
A pesquisa deve ter, como pauta, um primeiro índice. Ele não é estático, mas dinâmico. 
Provavelmente, ao final, alguns capítulos serão riscados e outros incluídos, assim como subcapítulos.
Isso garantirá o poder estudar cada capítulo separadamente. A organização dos capítulos se dará ao final, em uma sequência lógica, como se montasse um caderno.

Há, ainda, a serem consideradas, as regras que regem a apresentação da...

MONOGRAFIA: COMO COMEÇAR?

Escolha o tema. Tema é diferente de "assunto".
Um assunto é amplo; um tema, fechado. O tema para monografia deve referenciar algo no tempo e no espaço.
Se deixar o título da monografia aberto, poderá ser cobrado pelo que não se propôs estudar.
Na apresentação, se lhe perguntarem algo estranho ao tema, poderá fazer a observação e, se puder, responder.
No primeiro caso, não perderá nada. No segundo, demonstrará que fez uma pesquisa ampla.

Meus temas para monografia variaram muito, durante a graduação. Pensei em direitos humanos, vagueei pela Filosofia e pelos Direitos de Família e Criminal e, ao final, consegui unir Direito Constitucional, Civil e Trabalhista, em um único...

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Ah, se eu pudesse! Você pode! A escolha é sempre sua.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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