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quarta-feira, 13 de junho de 2012

RESUMIDAMENTE, COMO FAZER UMA MONOGRAFIA?

Uma monografia é a dissertação científica sobre um tema.
Tudo tem início com a escolha do tema. Para o trabalho monográfico, o ideal é que o tema seja fechado, ou seja, que o pesquisador especifique sobre o que dissertará, quanto ao tempo, espaço e o assunto a ser tratado. Isso é tema.
Não se deve dissertar sobre um assunto (aberto), mas sobre um tema (fechado).
Por quê?
Porque sempre pode a banca questionar qualquer questão relacionada ao título. Se ele for abrangente demais, o pesquisador não terá condições nem de responder às perguntas nem de elaborar uma pesquisa satisfatória.
Assim, o tema soará perfeito quando parecer com algo do tipo: "o efeito dos raios gama nas margaridas do campo da cidade de Boa Viagem sob a perspectiva da Lei nº 1234/00". Veja que foi definido um objeto (o efeito dos raios gama nas margaridas do campo), o espaço (Boa Viagem) e o tempo (após a Lei nº 1234/00).

É desejável abordar como era antes, mas apenas no aspecto do que foi ou não alterado. Assim, se houver outra perspectiva que pode ser abordada, comente, apenas, "au passant".
Escolhido o tema, elabora-se um índice, que será a base para o estudo dos capítulos e subcapítulos. Não se preocupe muito com ele. O índice é dinâmico e é apenas um guia para a elaboração da pesquisa. Até o encerramento do trabalho, serão inseridos alguns capítulos e outros serão riscados. Com o índice, é também possível discorrer sobre alguma coisa antes de outra, independentemente da ordem em que será apresentado o trabalho final.
A introdução deverá ter o tamanho aproximado da conclusão e somente na conclusão pode o estudioso colocar sua opinião pessoal. Porque até então o trabalho será, apenas, tratado de forma impessoal (não se utiliza "nós", "eu", nem os verbos nessas pessoas. O corpo da monografia é impessoal porque é um trabalho científico, de pesquisa.
Quanto à pesquisa: pode ser de campo ou bibliográfica. Se de campo, deve descrever os elementos em que se fundamenta o trabalho: local, faixa etária, modo, o que e como foi perguntado. Se bibliográfica, não podem faltar as pesquisas diretas às principais obras acerca do tema, além daquelas que discordarem sobre qualquer ponto abordado. Se de mestrado ou doutorado, deverá ser pesquisado todo o material publicado, para que não se incorra no risco de se pretender defender uma tese já abordada por outro.
Acerca da dissertação, é ela uma somatória de introduções, desenvolvimento e conclusões. Assim, o todo é composto por uma introdução, o desenvolvimento (dividido em capítulos e subcapítulos) e uma conclusão. Cada capítulo e assim também todos os subcapítulos (que devem guardar um nexo de logicidade entre eles), tem a sua introdução, o desenvolvimento e a sua conclusão.
Outra dica importante é a de que cada capítulo deve iniciar em uma página nova e ainda que devem ser evitadas as linhas órfãs e viúvas.
Como é um trabalho científico, deve a monografia obedecer regras para a sua apresentação. Assim, existem normas oficiais, publicadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), quanto à disposição das páginas, citação da fonte, bibliografia, etc.
Tudo pronto, posso então desejar boa sorte!

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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Ah, se eu pudesse! Você pode! A escolha é sempre sua.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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